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Contestou, estupidamente.


Ó Pollock não me cortes o braço !!!
A minha  in/eterna luta contra o abstraccionismo fundamentalista na pintura, de mão dadas com  o Filipe Guston, que imitei com todo o agrado e sem vergonha, não tivéssemos nós os mesmos procedimentos  no que é pintar. Acção: temos fazer aquilo que temos que fazer!



Philip Guston Je T'aime - for that I kill you.

Quero pintar!
Quero pintar!
Quero pintar!
...

Colorindo a BD do FP XXIII



O Vicente não pinta mas tem estado...

« Transeuntes  eternos por nós mesmos, não há paisagem senão o que somos. Nada possuímos, porque nem a nós possuímos. Nada temos porque nada somos. Que mãos estenderei para que universo? O universo não é meu: sou eu.» Do "Livro do Desassossego", Bernardo Soares, sentado à mesa depois de jantar, escrevendo:    

      

Outros desenhos

A banda sonora do nosso desassossego

Durante estes anos todos dedicados às "Aventuras do Fernando Pessoa, Escritor Universal..."   grande parte do tempo, e principalmente os últimos, foram passados na companhia de BD

Alento & Alimento.

"La Mujer sin Cabeza"


O título chamou-me logo a atenção... "A Mulher sem Cabeça"... A capa misteriosa e sugestiva... Uma realizadora... Hummm... Este filme deve ter interesse! Levámo-lo do clube de video (já encerrado pelo estado das coisas) para casa...
 Foi uma excelente sessão de cinema na tv !!! E aqui está o início do filme para comprová-lo! 
Lucrecia Martel é uma realizadora com «TREMENDA CABEZA» está escrito num dos comentários ao filme no "UTUBE", e é mesmo!!! Foi bom ouvi-la e vê-la (pela primeira vez e por acaso) na série de pequenos documentários, "O Tempo e o Modo" que passa na rtp2 às quintas-feiras à noite.
"Una  Mujer con muchas Cabezas" , desenho feito durante o meu expediente ao abrigo da aide.

Outrora

o Miguel fotografou-me e pintou-me assim:

Está um bocado suja a polaróide (aqui nota-se mais)... é das(minhas) mão com tintas!
Na altura íamos ao "café triste" beber a bica cheia e dividir um queque. 
Agora passeamos pelo "cantinho das molas", o Miguel. já não pinta, e está viciado em ouvir isto.

«Strange Celestial Road»



do meu caos pessoal e desfocado...


e eu escuto...

 mission impossible


I

II

III

Colorindo a BD do FP XIV

A narrativa desta BD obedece a leis próprias, muitas vezes desconhecidas do próprio autor que vai "tacteando" como no jogo da "cabra cega"... Contrariamente ao título desta meia página,  «...Tudo é verdade e caminho»,  nem sempre se nos apresenta o caminho certo...
Desta forma ficou apenas para a memória de alguns este pequeno quadradinho que nos apresentava o Fernando e a Ofélia, frente um ao outro, um tanto ou quanto constrangidos, na intimidade da sala de estar da casa da irmã da Ofélia, mãe do Carlos Queiroz com quem F.P. privava.
Tendo este quadradinho "saltado" das Aventuras, e tendo em conta todo o custoso e longo trabalho que deu a fazer, entendo que é caso de me queixar ao Sindicato das Coloristas!

Esta passou a ser a 1ª aparição da Ofélia, nesta segunda fase do namoro, que como se apreende no quadradinho (aqui a meia página inteira) não terá um desenlaçe feliz, pelo menos no que diz respeito aos sentimentos da Ofélia, que só irá casar depois da morte de Fernando Pessoa . A título de curiosidade, e porque nem sempre todas as informações encaixam na tal lógica "autónoma" da narrativa que constitui esta BD, Ofélia fazia anos exactamente um dia depois de Fernando, os dois trocavam telegramas assinalando as datas.

Colorindo a BD do FP XIII

A XIII meia-página a contar do fim (conclusão),  iniciada no dia 13 na sexta-feira passada, «Nunca ninguém se perdeu...»
Na Rua do Fanqueiros:

Fernando com o patrão Moitinho de Almeida (à direita), e um casal estrangeiro, clientes da firma.

No escritório Moitinho d'Almeida, LDA
Import & Export

A máquina de escrever que aqui aparece desenhada é a máquina que está presentemente exposta na Casa Fernando Pessoa (na fotografia em baixo), como sendo dele. Segundo o filho de Moitinho de Almeida esta seria a máquina que Fernando Pessoa usava no escritório. Não se sabe ao certo se Pessoa teria ou não uma máquina de escrever em casa.


A meia-página inteira pode ser vista aqui .


O almoço no banco do jardim da Estrela, perto da Casa Fernando Pessoa na Rua Coelho da Rocha, a última morada do escritor.

M de mulheres

Tenho vindo a perder peso nas últimas 3 semanas ...
Não me sinto bem...
Estou com olheiras...
Fui ao Sr.Doutor.
(Há já um ano...)
O mesmo Sr.Doutor.
Queixo-me do estômago,
Das crises de dores no estômago.
(Que durante uns anos eram aliviadas com ingestão de alimentos.)
A dor sinto-a difusa...
O Sr.Doutor diz que as mulheres não gostam de ir à casa de banho, de evacuar...
(Na consulta a seguir, que as meninas têm nojo das fezes e do cheiro das fezes.)
Os meus olhos estão esbogalhados, incrédulos
O Sr. Doutor é cretino
Receita-me comprimidos para o pancreas, para os intestinos.
Nada para as dores.
Nada para o estômago.

O Sr.Doutor não tem ouvidos.
O Sr.Doutor é um homem que não gosta das mulheres.

Eu sou uma mulher.
E sou todas as mulheres.

Vejo este filme:
un cine-trac d' Agnès Varda


Eu, não suporto mais ser tratada por misóginos.

Lápis e caneta


                                      

                                      

Colorindo a BD do FP XII

«O Nome Romano de Lisboa.»

A Rua da Assunção

Depois de pintadas as figuras segue-se todo um trabalho de montagem e limpeza no Photoshop.

A meia-página, número 279, acabada.

E um retrato de Fernando Pessoa feito pelo Miguel , pintado por volta de 2003.