A última página (but not the least) que ficou só esboçada a lápis, seguida de uma personagem em fuga e de um esboço de uma possível continuação.
Un grand sommeil noir
Un grand sommeil noir
Tombe sur ma vie :
Dormez, tout espoir
Dormez, tout envie !
Je ne sais plus rien,
Je perds la mémoire
Du mai et du bien ...
Oh ! la triste histoire.
Je suis un berceau
Qu'une main balance
Au creux d'ún caveau
Silence, silence.
Paul Verlaine (1844-1896)
Dark Dark Dark asleep asleep
It grows again
faces in the window
one window without light
oomp'ts'oomp'ts'oomp'st'
faces in the window
one window without light
oomp'ts'oomp'ts'oomp'st'
A janela era daquelas que subia do chão até ao tecto, parando a uma distância de mais ou menos cinquenta centímetros. Uma pessoa poderia atravessá-la com os braços abertos e ir dar a uma varanda de mais ou menos outros tantos centímetros. Apesar da sua pequenez a varanda albergava uma dúzia de vasos contendo cada um um diferente tipo de planta. Ao marido da Srª M. agradava lá ir respirar o ar perfumado e fresco da noite. Mas nesse dia a Srª M. estava sozinha.
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