«Eu coloco o meu objecto assim como o quero. Depois começo a pintar como uma criança. Eu quero que um vermelho soe como o som de um sino, se não resultar à primeira, então aplico mais vermelho e outras cores até conseguir. Não sou mais inteligente. Não tenho regras nem métodos. Qualquer um pode inspeccionar o meu material ou observar-me a pintar, vai ver que não tenho segredos»
As palavras são do Renoir, pai. Eu li-as no livro «Pierre-Auguste Renoir, meu pai» de Jean Renoir, filho.
Enquanto vamos trabalhando na banda-desenhada, a vida continua, e acaba. No vídeo abaixo apresentado, o nosso amigo Rex, querido companheiro que faleceu no último sábado entre a uma e as duas da manhã em condições particularmente dramáticas - fica aqui e nos nossos corações a homenagem:
«OH CONSTRUCTORES, OH FORMADORES, VOSOTROS VEIS, VOSOTROS ESCUCHÁIS, NO NOS ABANDONAIS. ESPÍRITU DEL CIELO, ESPÍRITU DE LA TIERRA, DADNOS NUESTRA DESCENDENCIA, NUESTRA POSTERIDAD, MIENTRAS HAY DÍAS, MIENTRAS HAY ALBAS».