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Paisagens Imaginárias

«Disse Amiel toda a paisagem é um estado de alma, mas a frase é uma felicidade frouxa de um sonhador débil. Desde que a paisagem é uma paisagem, deixa de ser um estado de alma. Objectivar é criar, e ninguém diz que um poema feito é um estado de estar pensando em fazê-lo. Ver é talvez sonhar, mas se lhe chamamos ver em vez de lhe chamarmos sonhar, é que distinguimos sonhar de ver.»

Óleo s/tela, 2002.

Óleo s/tela, 2002.

Contestou, estupidamente.


Ó Pollock não me cortes o braço !!!
A minha  in/eterna luta contra o abstraccionismo fundamentalista na pintura, de mão dadas com  o Filipe Guston, que imitei com todo o agrado e sem vergonha, não tivéssemos nós os mesmos procedimentos  no que é pintar. Acção: temos fazer aquilo que temos que fazer!



Philip Guston Je T'aime - for that I kill you.

Quero pintar!
Quero pintar!
Quero pintar!
...

Aos pares que, falando a mesma lingua, na sua oposição são complementares.


...Como a noite faz o dia.
(Díptico, óleo s/tela e contraplacado, 2001)

BARBÁRIE II - ADESPLUSIR


A capa da Barbárie II "Adesplusir", frente e verso. Ideia, cor, sol e nuvens minhas, desenho da mota e das letras do  Miguel.

In a vision or in none

...e depois abre-se

...a dream within a dream

(Serigrafia)
«The tears are real.
Tears,... what is this thing called a tear?»

Talvez, voar...


(Talvez a mais "Max Ernstiana").